Lagrima é
transparente
Porque enquanto corpo
chora alma sente
Paro sempre no mesmo
canto
Fico sem encanto
sempre sabendo pra onde vou
Meus hábitos viraram
rotina
O abrir e fechar da
cortina são tão iguais
Mudo de esquina no
inicio
Mais com o passar do tempo até isso vira vício
E cada vez que eu
tento de um escapar
Vem outro e toma o
seu lugar
Chamamos mesmice de
segurança
Esperamos herança
O medo de arriscar
Acaba em um
calabouço nos jogar
O tédio nos mata de
dentro para fora
E embora algumas
pessoas
Não percebam
Que enredam suas
vidas
Sem mais nada que a
divida
Acabam por si desfazer
Nenhum comentário:
Postar um comentário